Hoje recomeço a escrever, dizer as palavras sem querer, entre o ir ao fundo e voltar há muito para se falar. Desde já peço desculpas, às minhas palavras e ao meu ser, por não os deixar fluir com liberdade e sair para se ver.
Mas que mudança esta, começou bem, foi rápida, e de certa forma brilhante. Partiu de mim com toda a certeza, fazer passado desaparecer de repente. Largar o que não é certo nem convicente e agarrar o futuro com unhas e dentes.
Uma nova filosofia imposta, bem trabalhada e retorcida, amolgada, lapidada, assim como laminada e reestruturada, com um fim mais explicito um tanto pouco acarinhado mas nada revoltado, digamos mais ciente e bondozo, ardente e caloroso. Um lado amigo mais atiçado, alguém diria apaixonado, mas no meio de tanta impossibilidade, há sempre algo que é posto de lado.
Como um transmorfar, entre o crer e o ter, o querer e o fazer. Com falta dessas iniciativas é que temos altos e baixos, por vezes perdidos nos subúrbios dos pensamentos fervilhantes, como já escrevi antes, deveras escaldantes e horripilantes... ahh... termina tudo num antes, mas o que fazemos com o agora e o depois. A cobardia esconde-se aí pois... e perante muitos olhares, nuns se vê sorrisos noutros as asas pelos ares.
Porque não mudar, dar um passo e girar é tão fácil como dançar, aos 360 graus não aconselho a voltar, mas por vezes uns 90 para começar, violentamente serão 180 que por sua vez são o dobro de 90. São hipóteses a considerar. Mas só de nós provem nessa aventura entrar, como tudo o que arde não perdura, podemos ser uma fénix segura.
É tudo muito simples, basta clarificar o que não vemos, arranjar e ouvir conselhos senão cremos, acreditar não é impossível, com um passo certo e conciso temos tudo o que é preciso.
Menos distorcido deixo o conselho, muito cuidado onde metem o bedelho.
:)
ResponderEliminarAinda dizes tu que perdeste o jeito...
Quero ser como tu. e fazer como tu... assim um "mudasti", um "upgrade"...
Conto com os teus conselhos. E contigo também.