sábado, 18 de junho de 2011

Chapter two

Todos temos tendência natural para fazer as coisas da forma que nos são mais fáceis ou familiares, e isto não tem qualquer problema. Mas no entanto, para determinadas situações e cenários pode ser redutor e apresentar-se como um obstáculo à realização de alguns objectivos ou tarefas.

Levando deste modo a uma uniformização que mais vezes gera no nosso subconsciente um peso demasiado pessimista e irrealista do que somos e gostamos verdadeiramente de fazer. Com este acumular de irrealidades, programamos o nosso brilhante encéfalo a aceitar apenas coisas negativas, não vendo o lado bom do que se passa em nosso redor, tornando tudo isso como uma insónia crónica.

Assim sendo, faço por conselho que paremos um pouco. Activar o nosso método de reflexão momentânea fechando os nossos olhos, podemos incumbir algo de novo no nosso mundo neuronial, assim como lucidez.

Porque não mudar um pouco o modo de pensar? Já alguém realmente tomou a liberdade de querer mudar algo em si? Ou a ideia de sermos demasiado perfeitos e sermos sempre melhores que o outro ainda perdura lá nas profundezas da nossa burrice.

Não estamos sempre certos daquilo que tomamos por consciência, ouvir o outro não custa nada, e que tal também nos ouvirmos a nós próprios! “Que ideia brilhante, sempre é melhor que andar a fazer tudo às três pancadas.”

Eu sei o quão é complicado mudar, mas também sei como o fazer. Para começar, uma folha de papel e uma caneta, isso ajudará bastante, é fácil escrever o que achamos mau e está de mal connosco. Um risco ao meio da folha já delineia um caminho, pode ser considerado como um muro ou mais um obstáculo que teremos de enfrentar, de um lado o pessimismo os pontos fracos, uma listinha muito clara, do outro o que podemos realmente mudar. Se notarmos bem a existência da dificuldade por vezes tolda-nos a existência da possibilidade.

Se pararmos de dizer não sou capaz, e deixarmos de utilizar aquele método de desculpa constante por tudo e por nada, e atribuirmos como uma obrigação um pouco de optimismo, já mudaremos algo.

Não é tão fácil quanto parece, mas tudo tem o seu inicio, que começa sempre com várias perguntas, filtrando esse pormenor ao máximo podemos colocar apenas uma: “Será que estou a ser flexível ou inflexível nesta situação?”

Ora nem mais, flexibilidade, um bom inicio, partindo daí para as transições que são impostas como o auto-reconhecimento, ligado de seguir às etapas metaforicamente continuando isto leva à clareza e por fim as acções ou opções de saída, que vão trabalhar a nossa imaginação do óptimo.

Vá, toca a ligar o “chip” de auto-motivação, nem tudo é assim tão mau quanto parece. E quanto ao que disse, de certo tornará alguns factores mais compreensíveis e menos oscilantes.

Auto-motivação, é uma questão de saber o quanto temos sob controlo do nosso ser. No entanto, e apesar da dificuldade, é possível construir e programar novos padrões de pensamento e comportamento. Basta querermos!

domingo, 12 de junho de 2011

Chapter one

Hoje recomeço a escrever, dizer as palavras sem querer, entre o ir ao fundo e voltar há muito para se falar. Desde já peço desculpas, às minhas palavras e ao meu ser, por não os deixar fluir com liberdade e sair para se ver.

Mas que mudança esta, começou bem, foi rápida, e de certa forma brilhante. Partiu de mim com toda a certeza, fazer passado desaparecer de repente. Largar o que não é certo nem convicente e agarrar o futuro com unhas e dentes.

Uma nova filosofia imposta, bem trabalhada e retorcida, amolgada, lapidada, assim como laminada e reestruturada, com um fim mais explicito um tanto pouco acarinhado mas nada revoltado, digamos mais ciente e bondozo, ardente e caloroso. Um lado amigo mais atiçado, alguém diria apaixonado, mas no meio de tanta impossibilidade, há sempre algo que é posto de lado.

Como um transmorfar, entre o crer e o ter, o querer e o fazer. Com falta dessas iniciativas é que temos altos e baixos, por vezes perdidos nos subúrbios dos pensamentos fervilhantes, como já escrevi antes, deveras escaldantes e horripilantes... ahh... termina tudo num antes, mas o que fazemos com o agora e o depois. A cobardia esconde-se aí pois... e perante muitos olhares, nuns se vê sorrisos noutros as asas pelos ares.

Porque não mudar, dar um passo e girar é tão fácil como dançar, aos 360 graus não aconselho a voltar, mas por vezes uns 90 para começar, violentamente serão 180 que por sua vez são o dobro de 90. São hipóteses a considerar. Mas só de nós provem nessa aventura entrar, como tudo o que arde não perdura, podemos ser uma fénix segura.

É tudo muito simples, basta clarificar o que não vemos, arranjar e ouvir conselhos senão cremos, acreditar não é impossível, com um passo certo e conciso temos tudo o que é preciso.

Menos distorcido deixo o conselho, muito cuidado onde metem o bedelho.