quinta-feira, 9 de maio de 2013

Chapter Four

Nem sempre somos aquilo queremos, nem sempre fazemos o que nos é proposto, gostamos de nos regalar com tudo, com coisas insignificantes sem valor, deitamos fora o esforço a convição, dizemos estou e sou feliz quando por vezes não o somos nem estamos, escondemo-nos atrás de caras e caretas, palavras e feitios  escondemos o que realmente somos, temos medo de reações e avaliações tomadas pelas outras pessoas,  reações que nos tornam uns fracos e incapazes de não fazer, não dizer e muito menos mostrar aquilo que realmente somos. Não paramos com este tormento, de forma alguma. E assim somos consumidos, sendo injustos com nós próprios.

A vida pode ser dura, podemos dizer que é dura, ou talvez, de outro modo, vasculhando nas profundezas do nosso ser descobrir que os duros somos nós, somos aqueles que elevamos as nossas exigências e barreiras, dia após dia, de forma insaciável, sem nos debruçar-mos sobre o mais simples, assim como: "O que realmente queremos?" e "O que nos faz felizes?".

Não somos nenhuns anjos, mas sim, somos todos uns demónios que se querem tornar em anjos, esforçando-nos para fazer os possíveis e impossíveis, cansando-nos e ajudando os outros, tentamos ser o que queremos e o que estamos destinados a ser, somos pessoas incríveis, maravilhosas, magnificas, brilhantes, assumimos e presumimos que um sorriso resolve tudo, o que é verdade. Ele combate as tristeza, a emoção e as reacções são diferentes quando vemos um, quando fazemos um e sim quando conseguimos dar origem a muitos, chegando apenas um desses muitos para nos sentirmos realizados capazes de sobreviver mais um segundo, um minuto, uma hora, um dia, uma semana e por aí adiante.

Vivendo nós com as coisas que fazemos de bem e aprendendo com as que fazemos de mal, vivemos do passado, do presente e possivelmente do futuro que só se torna possível querendo e fazendo por querer e por ter, tornando as nossas vidas interessantes…

Enfim somos humanos, temos, pensamos, vivemos e acreditamos não em tudo mas só naquilo que queremos, por isso, porque não deixar-mos de culpar os outros, ou arranjar desculpas esfarrapadas de como acontece ou aconteceu, porque não avançar-mos em frente, um passo de cada vez, caindo e levantando-nos logo de seguida, porque não...

terça-feira, 12 de junho de 2012

Chapter three


Ao longo da nossa vida e em diferentes cenários, por vezes, vimos a nossa motivação a sofrer abalos. Sentimo-nos sem energia, algumas coisas parecem perder significado e com isso a nossa alegria diminui, instala-se um abatimento que queremos que desapareça. Ficamos temporariamente paralisados numa espera indefinida. Emerge uma angústia que nos retira capacidade de perspetivar cenários positivos. A nossa mente é invadida por cenários catastróficos que nos empurra a edificarmos uma teoria da conspiração contra nós próprios (por vezes sem plena consciência).

Deste modo certamente gostaríamos de aumentar a nossa motivação, tornando-se assim, um objetivo grandioso e promotor de bem-estar e satisfação na vida. A motivação é uma chave importante para o sucesso, mas nem todos acham fácil captar um pouco de cada coisinha que faz diariamente e permanecer motivado.

Para manter este sucesso nas nossas profundezas é necessário dar descanso ao nosso mais que querido encéfalo, receber um doce miminho... e porque não um longo e demorado beijo, repleto de caricias, apertos e desapertos ofegantes (só de passar os olhos nestas palavras já nos abstraímos do errado).

Esse pequeno salto por entre sentimentos funciona como forma de prevenção não havendo descuido neste decréscimo de motivação no qual a pessoa perde o pulso para a ação. Evitando de certo modo a fusão ao sentimento de abatimento que qualquer um vivência e com isso toda a vida é afetada negativamente.

Como uma grande amiga jorrou hoje:

"Se quer mesmo ser feliz, vai ter que aprender a ignorar muita coisa. - Dr. House"

O que ela quis dizer é se queremos realmente ser felizes, então sejamos feliz. Se quisermos ter sucesso numa determinada área da nossa vida, então, ajamos como se já soubéssemos que vamos ser bem sucedidos. Se quisermos ser vencedores, então tornemo-nos vencedores.

Não é fácil eu sei, mas como sempre vivi…

“…só não tem quem não faz por ter e senão faz é porque não quer!”


O que todos queremos é:

"…someone who says I Love You every night & prove it every day."

Se queres mesmo, faz por ter!

sábado, 18 de junho de 2011

Chapter two

Todos temos tendência natural para fazer as coisas da forma que nos são mais fáceis ou familiares, e isto não tem qualquer problema. Mas no entanto, para determinadas situações e cenários pode ser redutor e apresentar-se como um obstáculo à realização de alguns objectivos ou tarefas.

Levando deste modo a uma uniformização que mais vezes gera no nosso subconsciente um peso demasiado pessimista e irrealista do que somos e gostamos verdadeiramente de fazer. Com este acumular de irrealidades, programamos o nosso brilhante encéfalo a aceitar apenas coisas negativas, não vendo o lado bom do que se passa em nosso redor, tornando tudo isso como uma insónia crónica.

Assim sendo, faço por conselho que paremos um pouco. Activar o nosso método de reflexão momentânea fechando os nossos olhos, podemos incumbir algo de novo no nosso mundo neuronial, assim como lucidez.

Porque não mudar um pouco o modo de pensar? Já alguém realmente tomou a liberdade de querer mudar algo em si? Ou a ideia de sermos demasiado perfeitos e sermos sempre melhores que o outro ainda perdura lá nas profundezas da nossa burrice.

Não estamos sempre certos daquilo que tomamos por consciência, ouvir o outro não custa nada, e que tal também nos ouvirmos a nós próprios! “Que ideia brilhante, sempre é melhor que andar a fazer tudo às três pancadas.”

Eu sei o quão é complicado mudar, mas também sei como o fazer. Para começar, uma folha de papel e uma caneta, isso ajudará bastante, é fácil escrever o que achamos mau e está de mal connosco. Um risco ao meio da folha já delineia um caminho, pode ser considerado como um muro ou mais um obstáculo que teremos de enfrentar, de um lado o pessimismo os pontos fracos, uma listinha muito clara, do outro o que podemos realmente mudar. Se notarmos bem a existência da dificuldade por vezes tolda-nos a existência da possibilidade.

Se pararmos de dizer não sou capaz, e deixarmos de utilizar aquele método de desculpa constante por tudo e por nada, e atribuirmos como uma obrigação um pouco de optimismo, já mudaremos algo.

Não é tão fácil quanto parece, mas tudo tem o seu inicio, que começa sempre com várias perguntas, filtrando esse pormenor ao máximo podemos colocar apenas uma: “Será que estou a ser flexível ou inflexível nesta situação?”

Ora nem mais, flexibilidade, um bom inicio, partindo daí para as transições que são impostas como o auto-reconhecimento, ligado de seguir às etapas metaforicamente continuando isto leva à clareza e por fim as acções ou opções de saída, que vão trabalhar a nossa imaginação do óptimo.

Vá, toca a ligar o “chip” de auto-motivação, nem tudo é assim tão mau quanto parece. E quanto ao que disse, de certo tornará alguns factores mais compreensíveis e menos oscilantes.

Auto-motivação, é uma questão de saber o quanto temos sob controlo do nosso ser. No entanto, e apesar da dificuldade, é possível construir e programar novos padrões de pensamento e comportamento. Basta querermos!

domingo, 12 de junho de 2011

Chapter one

Hoje recomeço a escrever, dizer as palavras sem querer, entre o ir ao fundo e voltar há muito para se falar. Desde já peço desculpas, às minhas palavras e ao meu ser, por não os deixar fluir com liberdade e sair para se ver.

Mas que mudança esta, começou bem, foi rápida, e de certa forma brilhante. Partiu de mim com toda a certeza, fazer passado desaparecer de repente. Largar o que não é certo nem convicente e agarrar o futuro com unhas e dentes.

Uma nova filosofia imposta, bem trabalhada e retorcida, amolgada, lapidada, assim como laminada e reestruturada, com um fim mais explicito um tanto pouco acarinhado mas nada revoltado, digamos mais ciente e bondozo, ardente e caloroso. Um lado amigo mais atiçado, alguém diria apaixonado, mas no meio de tanta impossibilidade, há sempre algo que é posto de lado.

Como um transmorfar, entre o crer e o ter, o querer e o fazer. Com falta dessas iniciativas é que temos altos e baixos, por vezes perdidos nos subúrbios dos pensamentos fervilhantes, como já escrevi antes, deveras escaldantes e horripilantes... ahh... termina tudo num antes, mas o que fazemos com o agora e o depois. A cobardia esconde-se aí pois... e perante muitos olhares, nuns se vê sorrisos noutros as asas pelos ares.

Porque não mudar, dar um passo e girar é tão fácil como dançar, aos 360 graus não aconselho a voltar, mas por vezes uns 90 para começar, violentamente serão 180 que por sua vez são o dobro de 90. São hipóteses a considerar. Mas só de nós provem nessa aventura entrar, como tudo o que arde não perdura, podemos ser uma fénix segura.

É tudo muito simples, basta clarificar o que não vemos, arranjar e ouvir conselhos senão cremos, acreditar não é impossível, com um passo certo e conciso temos tudo o que é preciso.

Menos distorcido deixo o conselho, muito cuidado onde metem o bedelho.